Cotidiano Desacato
Servidora de prefeitura é agredida durante fiscalização de trânsito no interior de SP
Homem de 51 anos não aceitou multa e empurrou agente contra um poste; ocorrência foi registrada como lesão corporal.
02/09/2025 11h27 Atualizada há 11 meses
Por: Fagner Vieira Fonte: G1 Santos
Servidora de prefeitura é agredida durante fiscalização de trânsito no interior de SP / Foto: Reprodução

Um caso de violência registrado em Registro (SP), no Vale do Ribeira, chamou a atenção da população e das autoridades de segurança. Uma funcionária da Prefeitura, de 29 anos, foi agredida por um motorista de 51 anos no momento em que realizava a aplicação de uma multa por estacionamento irregular. O episódio aconteceu na manhã da última quarta-feira (27) e foi oficialmente registrado como lesão corporal pela Polícia Civil.

Funcionária foi agredida durante autuação no centro da cidade

Segundo as informações divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), a ocorrência aconteceu na Rua José Antônio de Campos, uma das principais vias do Centro de Registro. A funcionária municipal realizava o procedimento de notificação de um veículo que estava ocupando duas vagas de estacionamento público.

Enquanto preenchia a multa, o proprietário do carro se aproximou, questionou a ação e, em seguida, partiu para a agressão. As imagens de câmeras de monitoramento mostram o momento em que o homem empurra a funcionária com as duas mãos, fazendo com que ela fosse arremessada contra um poste.

Ocorrência registrada e investigação em andamento

A vítima compareceu à delegacia após a agressão e relatou em detalhes o ocorrido às autoridades policiais. O caso foi registrado no 1º Distrito Policial de Registro como lesão corporal e está em processo de investigação para que sejam tomadas as devidas providências legais contra o agressor.

Continua após a publicidade

As autoridades destacam que a fiscalização é parte fundamental da gestão pública e que atitudes agressivas, como a registrada neste caso, não apenas configuram crime, mas também colocam em risco o bem-estar dos servidores e da própria população.