
Caboclos na Umbanda – Ensinamentos e lições profundas de amor e respeito
Espíritos que vibram numa frequência jovial e que costumam orientar nos assuntos relacionados ao trabalho e abertura de caminhos
Completando a tríade sustentadora da Umbanda (Eres, Pretos velhos vistos nos textos anteriores), temos a linha dos Caboclos.
Os caboclos na Umbanda não são necessariamente espíritos de índios. Podem ser de outras origens, mas que apresentam semelhanças de caráter com os indígenas; são entidades tipicamente brasileiras.
São espíritos de muitas virtudes espirituais, como determinação, lealdade, honestidade, mas que necessitam desenvolver a caridade e o amor ao próximo; são evoluídos e sérios, guerreiros energéticos e sensatos.
Buscam resgatar valores da nossa terra que carregam antes mesmo de serem modificados pelos colonizadores brancos;
Diferente dos Pretos Velhos, linha de também evolução e sabedoria, Caboclos vibram em frequência jovial, não costumar dar conselhos ou opinar sobre o amor, já que tais valores românticos não fazem parte da dinâmica tribal. Preferem opinar sobre trabalho e caminhos abertos.
Possuidores de vasto conhecimento do poder energético das ervas, costumam se utilizar delas em banhos e defumações para seus consulentes; bem como exigem de seus médiuns que tomem seus banhos de limpeza antes das sessões espirituais.
Além das ervas, se utilizam de brados e assobios para limpar energias estagnadas, equalizar frequência energética.
São regidos pelo Orixá Oxóssi – o Rei das Matas, porém há caboclos a caboclas em todas as linhas de Orixás.
As sessões espirituais são marcadas pela alegria, e nos ensinam uma lição profunda de amor e respeito a nós mesmos, aos semelhantes, a Mae Terra e ao Universo.