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Ministério Público MPSP faz fiscalização em Parque Estadual onde museu foi incendiado por vândalos

Em parceria com a Polícia Militar Ambiental e a Fundação Florestal, o Gaema verificou os danos causados pelo fogo na unidade de conservação

Fagner Vieira
Por: Fagner Vieira Fonte: Por Registro Diário
26/05/2023 às 09h07 Atualizada em 30/03/2025 às 20h29
Ministério Público MPSP faz fiscalização em Parque Estadual onde museu foi incendiado por vândalos
Foto: Fagner Vieira

O Ministério Público de São Paulo (MPSP), por meio do núcleo Vale do Ribeira do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema), realizou na quinta-feira (25/5) uma vistoria no Parque Estadual do Rio Turvo, que abrange áreas dos municípios de Jacupiranga, Cajati e Barra do Turvo. A ação faz parte da Operação Huracán, que tem como objetivo fiscalizar áreas sujeitas a incêndios florestais e conscientizar a população sobre a prevenção das queimadas. 

 

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O promotor Paulo Campos dos Santos, do Gaema, acompanhou os trabalhos junto com a Polícia Militar Ambiental e a Fundação Florestal. Eles conferiram os focos recentes de queimadas no parque, que tem 73 mil hectares de extensão, e verificaram a regeneração em andamento de locais que são objetos de inquéritos civis do Gaema. Eles também avaliaram as consequências do recente incêndio no museu do parque. 

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Segundo dados da Operação Mata Atlântica em Pé, realizada em 2019, foram identificados 170 pontos de desmatamento na região do Vale do Ribeira, totalizando uma área degradada de 14 hectares, o equivalente a 20 campos de futebol. A operação aplicou cerca de R$ 745 mil em multas aos infratores. Em 2012, uma fiscalização constatou a destruição de 75 hectares de Mata Atlântica nas cidades de Sete Barras e Eldorado, em torno do Parque Estadual Intervales. 

 

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As queimadas e o desmatamento são crimes ambientais que afetam a biodiversidade e a qualidade de vida da população. O MPSP, em conjunto com os órgãos competentes, atua para coibir essas práticas e proteger o patrimônio natural do estado.

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